Open City visita Red Bull Station

Restaurar um prédio no centro para que vire um pólo de arte e cultura no coração de São Paulo. Foi essa a ideia da marca de energéticos Red Bull ao comprar um edifício da década de 20 situado na Praça da Bandeira, antes ocupado pela companhia de energia Light. O resultado foi o nascimento da Red Bull Station, centro cultural que funciona desde 2013.

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“Enquanto algumas marcas apostam em propagandas na televisão, a Red Bull tem sua comunicação muito baseada na criação de experiências e espaços como este”, explicou a coordenadora de projetos Daniela Szwarc para a turma de alunos do Open City que visitou o prédio nesta quarta-feira (06).

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No Red Bull Station, os estudantes, que têm se inspirado por meio de conversas com diversos empreendedores e criadores, puderam observar a aplicação de conceitos sobre os quais já haviam escutado. Um exemplo é a colaboração. A Red Bull Station, que é completamente gratuita, oferece ateliês para artistas selecionados de diversas áreas desenvolverem as suas obras durante 4 meses. Ao final do período, suas criações compõem uma exposição compartilhada que pode ser visitada durante pouco mais de um mês.

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O espaço conta ainda com estúdios para a gravação de músicas, uma biblioteca que disponibiliza livros doados, um café, uma laje com vista para o Anhangabaú e um auditório onde são exibidos filmes, peças e outros espetáculos. Tudo isso em um ambiente com internet aberta e gratuita para quem quiser usar o espaço para encontros ou reuniões.

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O Open City estimula os alunos a desenvolveram inovações que melhorem suas comunidades. Nesta fase do projetos, eles recebem empreendedores e realizam visitas para a inspiração de um projeto próprio.

Open City recebe “Coletivo Mangiare”

Imagine um jantar com amigos cujos pratos remetem ao tema de um gostoso papo à mesa. Esse é o princípio do Coletivo Mangiare, grupo carioca que organiza jantares temáticos que reúnem bate papo com especialistas e pratos feitos por renomados chefs de cozinha.

photo 1A fundadora do Mangiare, Rachel Corrêa, visitou a turma do Open City deste ano para contar como empreende nesse bem sucedido negócio. “O encontro é a essência do Mangiare. É um momento de respiro e aprendizado”, definiu.

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Os estudantes do Open City estão recebendo convidados cujos projetos estão relacionados ao tema do desperdício. “O Mangiare nasceu do desejo de não se desperdiçar informação e construir aprendizado diante da correria vida. Essa é a relação que procuramos construir para os alunos”, explicou Alexandre Le Voci Sayad, jornalista que coordena o Open City.

Rachel percebeu com o tempo que o princípio do Mangiare está presente em outros países e ampliou a teia de negócios. “Somos representantes do movimento Feast, que começou nos Estados Unidos. Em junho teremos um evento do Feast/Mangiare em terras brasileiras”, comemora.

O Open City estimula os alunos a desenvolveram inovações que melhorem suas comunidades. Nesta fase do projetos, eles recebem empreendedores para a inspiração de um projeto próprio.