Alunos do Open City realizam oficina em Design Thinking

O curso extra-curricular Open City recebeu o Instituto Tellus, organização especializada em desenvolver inovações voltadas à gestão pública. A designer Lívia Macedo desafiou os estudantes a criar modelos de acessibilidade para estudantes cegos. A ferramenta utilizada pelo grupo foi o Design Thinking, um processo de permite projetar soluções utilizando a lógica de prototipagem oriunda da área do Design.

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Na primeira etapa do exercício, parte dos estudantes foi vendada e conduzida pela escola por colegas. O objetivo foi desenvolver empatia, fazer os alunos entenderem as dificuldades reais que deficientes visuais passam no cotidiano para então poder desenvolver um produto que fizesse sentido e fosse viável.

12933002_623714847783520_3827986154354134451_nLogo em seguida, eles voltaram a sala e se dividiram em grupos para criar soluções para o desafio proposto. “O mais interessante foi a possibilidade de diminuir horas de trabalho com uma técnica simples e dinâmica na primeira etapa. Assim pudemos dedicar mais tempo e ‘neurônios’ à etapa seguinte, que é mais desafiadora”, comentou Nicole Grossmann.

“A atividade é fundamental para um espaço em que se respira criação e inovação. Muitos estudantes chegam no Open pensando que criatividade é um dom. E isso não é verdade. Trata-se de uma habilidade que temos que exercitar para desenvolver, como um músculo”, afirmou Bruna Waitman, professora do projeto. “Trazer ferramentas, como o Design Thinking, que estimulam a criatividade é uma forma de evidenciar isso”, completou.

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No fim do ano o grupo apresentará um protótipo para melhorar a vida em São Paulo. O Open City é uma parceria entre o Colégio Bandeirantes e o MIT (Massachusetts Institute of Technology).

Idade Mídia recebe editora da revista Corpo a Corpo

Na sexta-feira dia 8 de abril, a turma do Idade Mídia recebeu a editora da revista Corpo a Corpo, Heloísa Oliveira.  A conversa abordou temas como o futuro do jornalismo impresso, o cotidiano de uma redação e empoderamento feminino.

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A convidada contou para os alunos sobre a decisão de mudar a linha editorial após assumir a revista, optando por não utilizar o software Photoshop para modificar o corpo das mulheres e valorizando a saúde o invés da estética, por exemplo. Ela também falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a rotina das editorias de saúde e comportamento. “Eu mesma tinha preconceito com as revistas femininas. Percebi que há possibilidade de um trabalho sério e profundo na área”, disse a jornalista.

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Para a aluna Stephanie Ribeiro, o encontro foi importante para ter uma perspectiva sobre jornalismo além dos jornais impressos e desmistificar a imagem de revistas femininas. “Eu gostei de conhecer o trabalho dela, porque eu conhecia muito pouco sobre a rotina de quem trabalha nessas revistas femininas e é mesmo muito diferente dos jornalistas das outras revistas e jornais”, comentou.

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Já para Maria Laura Preuss, a conversa trouxe uma visão sobre oportunidades possíveis na área da comunicação e a motivaram a seguir a profissão. “São esses tipos de conversa que fazem os alunos refletirem sobre o próximo passo após a escolha da faculdade, que é apenas o começo”, declarou.

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“A presença da Heloísa mostra que a comunicação é um item transversal aos assuntos. Durante a conversa, a gente falou sobre saúde, feminismo e empoderamento feminino; tudo isso tendo como eixo a própria comunicação; esse é o princípio do Idade Mídia”, afirmou Alexandre Sayad, jornalista mentor do projeto.