Plataforma Co.Educar: troca entre professores

Buscando inovações que podem transformar a educação, alunos do Open City lançaram o produto final do curso: a plataforma Co.Educar. O evento de lançamento reuniu pais, alunos, o jornalista e professor do Open City, Alexandre Sayad, a equipe do Departamento Cultural, o jornalista e criador do portal Catraca Livre, Gilberto Dimenstein, o especialista em educação e tecnologia, Michel Metzger e parte da equipe de tecnologia do Bandeirantes.

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Totalmente desenvolvida pelos alunos, a Co.Educar é uma plataforma que promove o compartilhamento de metodologias e conteúdos de sala de aula entre professores do Brasil e do mundo que, a partir desse contato, podem melhorar e desenvolver novas habilidades de ensino.

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Durante o ano, os alunos conversaram com diversos profissionais – como Michel Metzger – que os ajudaram na concepção da ideia e desenvolvimento. Os profissionais de tecnologia do Band Fabio Gondo e Márcio Franco realizaram uma mentoria na área. Outros 7 profissionais inovadores estiveram presentes no curso, entre eles Marcos Silveira, que criou o Datapedia e concorre ao prêmio de empreendedor social do ano pela revista Veja.

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No processo, os estudantes se dividiram em cinco grupos – arte, tecnologia, comunicação, parcerias e conteúdo – para colocar a plataforma na ativa. O projeto foi uma oportunidade para que os alunos tivessem liberdade criativa, solucionando um problema de sua própria maneira.

“Vejo o Co.Educar não mais como um projeto mas sim como uma realidade construída por todos nós do Open City durante todo esse ano. Aprendi principalmente sobre a dinâmica de realizar um projeto, apresentar e como trabalhar em grupo. Foi o mais marcante para mim”, disse o aluno Diego Soares, da 1.a série do Ensino Médio. “A ideia é brilhante. O Co.Educar e o Open City são trabalhos colaborativos, assim como o mundo de hoje”, contou Waldir Soares, pai de Diego.

“Achei fantástico e com muito potencial! Projetos como esse abrem a mente e acho que pode fazer diferença na vida da minha filha”, disse Luiz Rezende, pai da aluna da 1.a série do Ensino Médio, Giuliana Rezende.

Para o futuro, Diego explica que os alunos irão se organizar para continuar com a plataforma e, através de parcerias com cada vez mais professores, crescer.

Co-fundador do Datapedia inspira alunos do OpenCity

Marcos Silveira, co-fundador da plataforma de dados Datapedia, veio ao Band para uma conversa com alunos do Open City. A partir de sua trajetória, Marcos mostrou os bastidores da criação do Datapedia para inspirar os estudantes que estão desenvolvendo o produto final do Open City: a plataforma CoEducar.

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Marcos, como um grande exemplo de empreendedorismo criativo de sucesso, mostrou aos alunos como o Datapedia funciona e como, a partir de mudanças, é sempre possível melhorar. Tudo isso foi uma inspiração para os alunos que estão trabalhando no Coeducar, plataforma que pretende possibilitar a troca de metodologias e estratégias de sala de aula entre professores tanto do Brasil quanto do mundo. “Nos fez perceber que por trás de um grande projeto é preciso um grande motivo. Isso era algo que não tínhamos realizado ainda. Penso que agora vamos enxergar o projeto como algo mais humano”, comentou o aluno Diego Soares, da 1.a série do Ensino Médio.

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Em uma dinâmica proposta pelo empreendedor, os alunos, divididos em duplas, deveriam virar de costas e mudar algo em sua aparência. Depois, era necessário que o outro apontasse as mudanças realizadas. “Grande parte tirou algo do seu corpo e ninguém acrescentou nada. Isso só nos mostra que as mudanças são vistas como algo negativo em que se perde algo e não se ganha”, completou Diego.

O Datapedia é uma plataforma que contém dados de pesquisas realizadas pelo governo para que toda a população possa ter acesso a uma visão da realidade baseada em números. Assim, é possível também que o governo tenha uma visão mais clara do que pode ser melhorado em cada gestão.

Conheça o Datapedia: datapedia.info

Open City inicia com 130 alunos

Para dar o ponta pé inicial, a equipe do Open City organizou uma aula introdutória ao projeto, que estimula os alunos a criar soluções tecnológicas para diferentes comunidades da cidade de São Paulo.

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Após uma breve explicação sobre o curso, os 130 inscritos dos primeiros anos foram desafiados a desenvolver e apresentar, em grupos, um projeto para a gestão do Parque do Ibirapuera – que foi apresentado uma semana depois.

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As soluções dos grupos foram apresentadas para uma banca composta por quatro profissionais da área. A partir da avaliação, 26 alunos foram selecionados para dar continuidade ao curso extracurricular que conta com a parceria do MIT (Massachusetts Institute of Technology) e Harvard.

Na primeira aula, utilizando espaguete, fita crepe e um rolo de barbante, os alunos foram desafiados a montar uma torre com um Marshmallow no topo. Idealizado pelo MIT, o exercício trabalha a habilidade de prototipagem e experimentação.

Durante este ano, os estudantes conhecerão espaços de coworking – Galeria de grafites a céu aberto e o CUBO, por exemplo –, conversarão com profissionais de empreendedorismo e desenvolverão um protótipo de solução comunitária.

I Festival de Mídias apresenta produção dos estudantes

Cerca de duzentos pais, alunos e professores compareceram ao I Festival de Mídias do Bandeirantes. O evento teve como objetivo apresentar alguns dos cursos extracurriculares oferecidos pelo Band (que abrangem comunicação e educação), além de apresentar pela primeira vez os produtos desenvolvidos pela Oficina de Mídias, que integra a disciplina de Língua Portuguesa no 1o ano do Ensino Médio.

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O Festival contemplou o lançamento do filme “Rasgos”, desenvolvido pelos alunos do Idade Mídia, curso extracurricular que apresenta aos alunos uma vivência no universo da comunicação.

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Os presentes também assistiram às animações e filmes produzidos pelos alunos do Ensino Fundamental II durante o curso, extracurricular, UniversoZoom.

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Os alunos do Open City ainda apresentaram a plataforma de vídeo aulas elaboradas para facilitar diversas questões cotidianas – “Aulas Da Vida”. Por fim, foi mostrado o documentário da X Feira de Ciências e Tecnologia, uma produção dos alunos participantes do Idade Mídia e Open City.

Clique aqui para ver a galeria de fotos do evento.

Conheça o Festival de Mídias!

Pais e alunos estão convidados a comparecer ao Festival de Mídias de 2016. O evento ocorrerá no dia 28 de novembro a partir das 17h. Os presentes irão acompanhar apresentações de alguns dos cursos extracurriculares oferecidos pelo Band, além dos produtos desenvolvidos pela Oficina de Mídias, que integra a disciplina de Língua Portuguesa no 1o ano do Ensino Médio.

Confira a programação no convite abaixo:

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Open City visita as mais de 50 startups do “Cubo”

Na última quinta feira (29), os alunos do Open City visitaram o Cubo. O ambiente, criado pelo Itaú, busca promover a conexão entre empreendedores e corporações, com a finalidade de que negócios e iniciativas floresçam.

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“Ficamos muito felizes com a articulação da ida ao ‘Cubo’, uma vez que a iniciativa de conhecer o espaço foi do aluno Rafael Gomes. Ele se interessou pelo local, buscou os contatos para combinarmos com os responsáveis e fizemos um passeio muito agradável. Fico muito contente de ver que os alunos têm esta vontade de serem os protagonistas em processos complexos como este”, comentou a educadora do Open City, Bruna Waitman.

No início da visita, todos ouviram sobre como surgiu esta comunidade que é inspirada em um empreendimento chinês. Em seguida, conheceram as mais de cinquenta “startups” de tecnologia que lá residem e, por fim, os estudantes visitaram espaços de empresas que enviam colaboradores para conhecerem e, se for o caso, incorporarem alguma das interessantes iniciativas à empresa.

“A visita ao Cubo foi uma experiência única e muito enriquecedora. Tudo foi muito interessante, porém o que mais me chamou a atenção foi o modelo de trabalho descontraído que eles possuem. Além de adotarem o ‘coworking’, possuem pufs e ambientes abertos, com grama sintética no chão, criando um meio relaxado ”, finalizou o aluno do primeiro ano, Rafael Gomes.

Open City recebe o consultor financeiro Eduardo Amuri

amuriO Open City, oferecido para as 1.as séries, recebeu para um dos encontros o empreendedor Eduardo Amuri. Ele conversou com os alunos sobre educação financeira e como lidar com dinheiro na vida prática.

O convidado contou para os estudantes sobre a sua trajetória até ser consultor e sobre dificuldades enfrentadas pelas pessoas para organizarem suas finanças. Além disso, Eduardo os ajudou a pensar em ideias relacionadas à educação financeira para o produto final deles.

“O papo com o Eduardo foi muito bom e possibilitou a absorção de muito conhecimento. Ele aparentou ser um cara muito inteligente e extremamente competente na área que atua, sabendo lidar não só com finanças, mas também com pessoas, o que é um diferencial”, declarou Rafael Gomes. “O mais interessante foi como ele chegou onde está, profissionalmente. Após frustrações, ele enxergou o que realmente queria, foi atrás do sonho e conquistou o que queria”, completou.

“O encontro ajudou eles a entender que quanto mais cedo uma pessoa se preocupa em entender como funciona finanças básicas, mais fácil será sua vida futura”, comentou Bruna Waitman, mentora do Open. “Eles notaram que esta preocupação deles é real e pensaram em formas práticas de trabalhar este e outros temas com os alunos no projeto deles”, acrescentou.

Idade Mídia recebe repórter do Buzzfeed

Na sexta feira, 13 de maio, o repórter do Buzzfeed Alexandre Aragão foi conversar com os alunos do Idade Mídia. O papo abordou diferenças entre o jornalismo impresso e digital e a dinâmica das novas mídias.

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O jornalista contou sobre a sua trajetória profissional, que incluiu veículos tradicionais como Folha de S. Paulo e Veja até chegar ao Buzzfeed.

2016-05-24-PHOTO-00000012No encontro, os estudantes discutiram sobre as distinções entre estes espaços e também como funciona a produção de conteúdo digital.

Além disso, a conversa discorreu sobre o futuro do jornalismo e a utilização de novas mídias em reportagens. Para a aluna Stéphanie Ribeiro, da 2.a série, o diálogo foi importante para depois aplicar o conhecimento na prática. “Na semana seguinte nós cobrimos a Bett, Feira de Educação e Tecnologia, e eu pude vivenciar um pouco do que ele contou”, comentou a aluna.

Open City visita inovações na Vila Madalena

open004Na última semana, os alunos do curso Open City, oferecido para a 1.a série, visitaram a redação do site Catraca Livre e conversaram com o jornalista e empreendedor Gilberto Dimenstein. Durante a visita, os estudantes também conheceram pontos artísticos da Vila Madalena, como o Beco do Batman, a Choque Cultural e o Armazém da Cidade.

No bate-papo com os alunos, Dimenstein contou um pouco sobre a sua trajetória e porque decidiu criar o Catraca Livre. O jornalista, que fez parte da idealização do Open City, também falou sobre a relação da educação, a arte e cultura com a comunidade.

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Os alunos ainda aproveitaram para passear pela Vila Madalena e explorar o caráter artístico do bairro. Eles conheceram a galeria de arte urbana Choque Cultural, circularam pelos grafites do famoso Beco do Batman e ainda visitaram o galpão multicultural Armazém da Cidade.

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“O mais interessante para mim foi a influência artística do bairro como um todo. Fosse no asfalto, grafites ou galerias, o ambiente causou uma sensação confortável e interessante”, contou Mateus Stracieri.“Creio que toda a influência artística do local e todo o ar de criatividade presentes no Catraca, irão inspirar nosso projeto final a ter ares mais artísticos e ser voltado à população como um todo”, completou.

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“O ambiente de trabalho, mostram as pesquisas, influencia muito a questão da criatividade. Um bairro como a Vila Madalena descobriu uma vocação para artes e inovação – esse ambiente pulsante e as pessoas que por ele circulam estimula que muita coisa interessante nasça por lá”, finalizou Alexandre Le Voci Sayad, um dos profissionais e  criadores do Open City.

Alunos do Open City realizam oficina em Design Thinking

O curso extra-curricular Open City recebeu o Instituto Tellus, organização especializada em desenvolver inovações voltadas à gestão pública. A designer Lívia Macedo desafiou os estudantes a criar modelos de acessibilidade para estudantes cegos. A ferramenta utilizada pelo grupo foi o Design Thinking, um processo de permite projetar soluções utilizando a lógica de prototipagem oriunda da área do Design.

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Na primeira etapa do exercício, parte dos estudantes foi vendada e conduzida pela escola por colegas. O objetivo foi desenvolver empatia, fazer os alunos entenderem as dificuldades reais que deficientes visuais passam no cotidiano para então poder desenvolver um produto que fizesse sentido e fosse viável.

12933002_623714847783520_3827986154354134451_nLogo em seguida, eles voltaram a sala e se dividiram em grupos para criar soluções para o desafio proposto. “O mais interessante foi a possibilidade de diminuir horas de trabalho com uma técnica simples e dinâmica na primeira etapa. Assim pudemos dedicar mais tempo e ‘neurônios’ à etapa seguinte, que é mais desafiadora”, comentou Nicole Grossmann.

“A atividade é fundamental para um espaço em que se respira criação e inovação. Muitos estudantes chegam no Open pensando que criatividade é um dom. E isso não é verdade. Trata-se de uma habilidade que temos que exercitar para desenvolver, como um músculo”, afirmou Bruna Waitman, professora do projeto. “Trazer ferramentas, como o Design Thinking, que estimulam a criatividade é uma forma de evidenciar isso”, completou.

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No fim do ano o grupo apresentará um protótipo para melhorar a vida em São Paulo. O Open City é uma parceria entre o Colégio Bandeirantes e o MIT (Massachusetts Institute of Technology).