Open City e Idade Mídia abrem inscrições

Os cursos Open City e Idade Mídia abrem inscrições nesta semana para alunos da 1.a e 2.a séries, respectivamente. Ambos certificam os alunos com diplomas após a conclusão e tem vagas limitadas.

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Alunos do Open City visitam o Facebook

OPEN CITY

Para alunos da 1a série do Ensino Médio. Desenvolvido em parceria com o MIT (Massachusetts Institute of Technology), o Open City tem como objetivo criar uma solução para a comunidade.

Promove encontros e visitas a espaços inovadores para inspirar os alunos a produzir um produto final ao término do curso. As aulas acontecerão nas quintas feiras às 14h na sala C4. Inscrições podem ser feitas até o dia 25 de fevereiro no Departamento Cultural.

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Alunos do Idade Mídia visitando a Editora Globo

IDADE MÍDIA

Para alunos da 2a série do Ensino Médio. O Idade Mídia é oferecido aos estudantes de todas as áreas e traz cineastas, jornalistas e outros profissionais de comunicação, com o objetivo de motivar os alunos a criarem um produto de mídia ao final do ano. Os encontros acontecem nas sextas feiras às 13h50 na sala D5. Inscrições vão até o dia 19 de fevereiro no Moodle.

Open City e Idade Mídia lançam plataforma e filme

Os alunos Open City e Idade Mídia reuniram pais, colegas e professores no Ginásio para o lançamento da plataforma de doações “Boomerang” e o filme “Zé Ninguém”, respectivamente.

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A abertura do evento ficou para o mentor dos dois cursos, Alexandre Le Voci Sayad, da professora de História Marina Consolmagno, da educadora Bruna Waitman e de Ricardo Aguirre, coordenador do Departamento Cultural . Sayad enfatizou a importância da “autonomia” dos estudantes nos dois projetos e ressaltou a necessidade de participação ativa deles no processo de criação para que se chegasse ao resultado visto ali.

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Em seguida, os alunos do Open City contaram, em uma apresentação montada por eles, sobre as atividades realizadas ao longo do ano durante o curso que serviram de motivação para o desenvolvimento do projeto final.

Alexandre e Prof.a Marina

Alexandre e Prof.a Marina

Os estudantes também exibiram um vídeo de apresentação do “Boomerang” e demonstraram como funciona a plataforma: um usuário pode doar para qualquer ONG cadastrada, que por sua vez, é responsável por enviar um vídeo em resposta ao auxílio recebido.

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Depois, foi a vez da turma do Idade Mídia exibir o filme de ficção e roteiro original produzido por eles como resultado final do curso. Intitulado de “Zé Ninguém”, a trama, que se passa entre os anos de 1977 e 2015, se propõe a discutir questões da juventude, como os próprios estudantes disseram após a exibição.

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O grupo, e os atores que participaram do filme, ainda responderam a perguntas da plateia sobre assuntos como a escolha de cenário, o processo de escrita do roteiro, dificuldades das filmagens e desafios da edição do material.

Para assistir ao filme completo clique aqui.
Para conferir a plataforma boomerang acesse clicando aqui.

Open City recebe “Coletivo Mangiare”

Imagine um jantar com amigos cujos pratos remetem ao tema de um gostoso papo à mesa. Esse é o princípio do Coletivo Mangiare, grupo carioca que organiza jantares temáticos que reúnem bate papo com especialistas e pratos feitos por renomados chefs de cozinha.

photo 1A fundadora do Mangiare, Rachel Corrêa, visitou a turma do Open City deste ano para contar como empreende nesse bem sucedido negócio. “O encontro é a essência do Mangiare. É um momento de respiro e aprendizado”, definiu.

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Os estudantes do Open City estão recebendo convidados cujos projetos estão relacionados ao tema do desperdício. “O Mangiare nasceu do desejo de não se desperdiçar informação e construir aprendizado diante da correria vida. Essa é a relação que procuramos construir para os alunos”, explicou Alexandre Le Voci Sayad, jornalista que coordena o Open City.

Rachel percebeu com o tempo que o princípio do Mangiare está presente em outros países e ampliou a teia de negócios. “Somos representantes do movimento Feast, que começou nos Estados Unidos. Em junho teremos um evento do Feast/Mangiare em terras brasileiras”, comemora.

O Open City estimula os alunos a desenvolveram inovações que melhorem suas comunidades. Nesta fase do projetos, eles recebem empreendedores para a inspiração de um projeto próprio.

Idade Mídia e Open City reúnem 200 pessoas em lançamento

Na sexta, dia 5, os alunos do Idade Mídia e do Open City lançaram, respectivamente, o filme A Moeda e a plataforma Serendipity. O evento reuniu cerca de 200 pessoas, entre elas pais, colegas e funcionários do Band.

A plataforma online “Serendipity” reúne diversas atrações pouco conhecidas ou visitadas na cidade de São Paulo.

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As rotas alternativas foram mapeadas pelos próprio estudantes e poderão ser incrementadas pelos usuários do aplicativo.

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Durante a apresentação, os alunos apresentaram o aplicativo, contando sobre o processo de produção, que contou com a ajuda de um dos idealizadores do Catraca Livre, Gilberto Dimenstein.

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Já a turma de alunos do Idade Mídia exibiu o filme de ficção “A Moeda”, que acompanha a trajetória de uma moeda pela cidade de São Paulo.

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Foi a primeira vez que os estudantes desenvolvem um roteiro ficcional original e produzem o próprio filme. A turma, junto dos atores, explicou sobre todo o processo criação e filmagem.

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“Foi uma celebração da educação por projetos, com uso de tecnologia e com produtos que fazem sentido para o mundo, e não só para a escola. Os alunos estão de parabéns”,  afirmou o coordenador dos projetos, jornalista Alexandre Sayad.

Para baixar o aplicativo, tire uma foto do QRCode ao lado.

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Open City e Idade Mídia lançam plataforma online e filme

Tanto os alunos do Open City quanto do Idade Mídia lançarão, nesta sexta, 5 de dezembro, o produtos finais de cada curso. Todos estão convidados para o evento, que será no ginásio às 19h.

moeda_2Os alunos do Open City apresentarão a plataforma online Serendipty. O aplicativo reúne diversas atrações pouco conhecidas ou visitadas na cidade de São Paulo. As rotas alternativas foram mapeadas pelos próprio estudantes e poderão ser incrementadas pelos usuários do aplicativo.

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Já a turma de alunos do Idade Mídia exibirá o filme de ficção “A Moeda”, que acompanha a trajetória de uma moeda pela cidade de São Paulo. É a primeira vez que os estudantes desenvolvem um roteiro ficcional original e produzem o próprio filme.

Não é necessária a retirada de convite.

Open City busca programas alternativos em São Paulo

Por Carolina Casali, do Open City

Os estudantes do projeto Open City, que desenvolve soluções tecnológicas comunitárias, procuram por programas pouco conhecidos na cidade de São Paulo.  Se você ficou marcado por alguma atração diferente, escreva para na fanpage: https://www.facebook.com/serendipitySP

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A busca ocorre porque os alunos do primeiro ano vem trabalhando num aplicativo que, por meio de “crowdsourcing”, será alimentado com passeios alternativos e pouco conhecidos na cidade.  O aplicativo criado se chama Serendipity, uma palavra pouco utilizada no nosso vocabulário, que significa “a sorte encontrada em momentos do acaso”.  Abrir-se para o inesperado é um dos focos do produto.

Um mapa da cidade vai apresentar diferentes categorias, como: gastronomia, cultura, esporte e natureza. O usuário pode inscrever e também procurar por passeios dentro dessas áreas, além de contar sua experiência pessoal.

“Inovar a cidade é um movimento importante para que ela se torne melhor. Os alunos foram maduros e atuais na escolha desse tema, agora estamos todos nos esforçando para concretizá-lo”, contou Alexandre Sayad, um dos coordenadores do projeto. O Open City é fruto de uma parceria entre o Bandeirantes, a Universidade de Harvard e o MIT (Massachusetts Institute of Technology).

Opencity participa do Festival de Ideias

No dia 13 de junho, os alunos que fazem parte do Open City passaram a tarde na Cinemateca Brasileira e puderam acompanhar parte do grande encontro de cocriação da terceira edição do Festival de Ideias.

open_city_cinemateca_1Organizado pelo Centro Ruth Cardoso, o Festival de Ideias é uma iniciativa que promove inovação e empreendedorismo estimulando que ideias ligadas aos mais diversos temas nasçam de debates e interações entre pessoas de variadas formações, idades e pontos de vista.

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Os alunos ficaram livres para transitar entre as mesas pelas quais estavam distribuídos os participantes do encontro. Conforme seu interesse, cada um pôde conversar com os autores de algumas das cerca de 90 ideias que estavam sendo debatidas. Além de contribuir com estas, os jovens ainda compartilharam algumas ideias suas e fizeram alguns contatos.

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A visita ao Festival de Ideias aconteceu justamente no momento em que a turma decide conjuntamente que projeto criará até o final do ano e contribuiu com novos pontos de vista para as conversas do grupo.

“Participo do Festival de Ideias desde sua primeira edição, e sempre pensei que seria uma ótima oportunidade para os alunos viverem espaços de co-criação de projetos.”, comenta Emerson Bento Pereira, Coordenador do Depto Cultural.

Confira a galeria de imagens clicando aqui.

Alunos do Open City produzem aplicativos em oficina

Por Gabriela Andraus, do Open City

Na teoria, criar um aplicativo parece algo distante, que exige uma capacidade além do imaginável e muito conhecimento. Essa foi mais uma barreira ultrapassada pelos alunos do Open City. Os alunos aprenderam a criar seus próprios aplicativos durante uma visita da Fábrica de Aplicativos, uma iniciativa a pioneira no ramo tecnológico que visa à criação gratuita de aplicativos acessíveis a qualquer público.

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A criação é feita diretamente no site da Fábrica de Aplicativos e pode receber diversos tipos de personalização de acordo com o tema e o propósito do aplicativo. A proposta é oferecer uma forma rápida e simples de criar uma plataforma inovadora de divulgação, seja para um site, como o Terra, ou para um fã-clube, como é o caso do “Bieber Mania”, aplicativo que recebe o maior número de visualizações da empresa.

Além de receberem noções básicas sobre a expansão do mundo virtual e da própria internet como meio de comunicação, os alunos colocaram a mão na massa e desenvolveram alguns aplicativos ligados ao projeto final do curso e a temas de seu interesse.

“É muito importante possuir alternativas ligadas a tecnologia pra estar sempre inovando e nunca ficar pra trás.”, comentou a aluna do grupo Gabriela Andraus que desenvolveu um aplicativo sobre moda durante a oficina. Agora o grupo de alunos do Open City começou a definir o escopo de seu trabalho – um projeto que impacte na comunidade a ser lançado no começo do ano.