Open City recebe o consultor financeiro Eduardo Amuri

amuriO Open City, oferecido para as 1.as séries, recebeu para um dos encontros o empreendedor Eduardo Amuri. Ele conversou com os alunos sobre educação financeira e como lidar com dinheiro na vida prática.

O convidado contou para os estudantes sobre a sua trajetória até ser consultor e sobre dificuldades enfrentadas pelas pessoas para organizarem suas finanças. Além disso, Eduardo os ajudou a pensar em ideias relacionadas à educação financeira para o produto final deles.

“O papo com o Eduardo foi muito bom e possibilitou a absorção de muito conhecimento. Ele aparentou ser um cara muito inteligente e extremamente competente na área que atua, sabendo lidar não só com finanças, mas também com pessoas, o que é um diferencial”, declarou Rafael Gomes. “O mais interessante foi como ele chegou onde está, profissionalmente. Após frustrações, ele enxergou o que realmente queria, foi atrás do sonho e conquistou o que queria”, completou.

“O encontro ajudou eles a entender que quanto mais cedo uma pessoa se preocupa em entender como funciona finanças básicas, mais fácil será sua vida futura”, comentou Bruna Waitman, mentora do Open. “Eles notaram que esta preocupação deles é real e pensaram em formas práticas de trabalhar este e outros temas com os alunos no projeto deles”, acrescentou.

Open City visita inovações na Vila Madalena

open004Na última semana, os alunos do curso Open City, oferecido para a 1.a série, visitaram a redação do site Catraca Livre e conversaram com o jornalista e empreendedor Gilberto Dimenstein. Durante a visita, os estudantes também conheceram pontos artísticos da Vila Madalena, como o Beco do Batman, a Choque Cultural e o Armazém da Cidade.

No bate-papo com os alunos, Dimenstein contou um pouco sobre a sua trajetória e porque decidiu criar o Catraca Livre. O jornalista, que fez parte da idealização do Open City, também falou sobre a relação da educação, a arte e cultura com a comunidade.

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Os alunos ainda aproveitaram para passear pela Vila Madalena e explorar o caráter artístico do bairro. Eles conheceram a galeria de arte urbana Choque Cultural, circularam pelos grafites do famoso Beco do Batman e ainda visitaram o galpão multicultural Armazém da Cidade.

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“O mais interessante para mim foi a influência artística do bairro como um todo. Fosse no asfalto, grafites ou galerias, o ambiente causou uma sensação confortável e interessante”, contou Mateus Stracieri.“Creio que toda a influência artística do local e todo o ar de criatividade presentes no Catraca, irão inspirar nosso projeto final a ter ares mais artísticos e ser voltado à população como um todo”, completou.

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“O ambiente de trabalho, mostram as pesquisas, influencia muito a questão da criatividade. Um bairro como a Vila Madalena descobriu uma vocação para artes e inovação – esse ambiente pulsante e as pessoas que por ele circulam estimula que muita coisa interessante nasça por lá”, finalizou Alexandre Le Voci Sayad, um dos profissionais e  criadores do Open City.

Alunos do Open City realizam oficina em Design Thinking

O curso extra-curricular Open City recebeu o Instituto Tellus, organização especializada em desenvolver inovações voltadas à gestão pública. A designer Lívia Macedo desafiou os estudantes a criar modelos de acessibilidade para estudantes cegos. A ferramenta utilizada pelo grupo foi o Design Thinking, um processo de permite projetar soluções utilizando a lógica de prototipagem oriunda da área do Design.

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Na primeira etapa do exercício, parte dos estudantes foi vendada e conduzida pela escola por colegas. O objetivo foi desenvolver empatia, fazer os alunos entenderem as dificuldades reais que deficientes visuais passam no cotidiano para então poder desenvolver um produto que fizesse sentido e fosse viável.

12933002_623714847783520_3827986154354134451_nLogo em seguida, eles voltaram a sala e se dividiram em grupos para criar soluções para o desafio proposto. “O mais interessante foi a possibilidade de diminuir horas de trabalho com uma técnica simples e dinâmica na primeira etapa. Assim pudemos dedicar mais tempo e ‘neurônios’ à etapa seguinte, que é mais desafiadora”, comentou Nicole Grossmann.

“A atividade é fundamental para um espaço em que se respira criação e inovação. Muitos estudantes chegam no Open pensando que criatividade é um dom. E isso não é verdade. Trata-se de uma habilidade que temos que exercitar para desenvolver, como um músculo”, afirmou Bruna Waitman, professora do projeto. “Trazer ferramentas, como o Design Thinking, que estimulam a criatividade é uma forma de evidenciar isso”, completou.

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No fim do ano o grupo apresentará um protótipo para melhorar a vida em São Paulo. O Open City é uma parceria entre o Colégio Bandeirantes e o MIT (Massachusetts Institute of Technology).

Open City bate recorde de inscrições

Com mais de 100 inscritos, o Open City, oferecido aos estudantes da 1.a série, teve número recorde de interessados neste ano. O curso é uma parceria do Departamento Cultural do Band com o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e tem como objetivo desenvolver projetos para melhorar a comunidade.

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Como forma de seleção, os alunos tiveram que se dividir em grupos e produzir protótipos de trabalhos para contribuir com a comunidade do Colégio. Todos apresentaram os produtos para uma banca julgadora, que incluía o jornalista e mentor do projeto, Alexandre Sayad, Vanessa Crepaldi, do Cultural, e Alexia Finkelstein, aluna participante do projeto em 2013.

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Após uma difícil decisão, os avaliadores escolheram 3 grupos para integrar a equipe participante do Open City. Ao longo do ano, os 27 selecionados irão visitar locais com propostas inovadoras e de tecnologia em São Paulo, como a sede do Facebook e o Catraca Livre, e também receberão convidados inspiradores para incentivá-los a desenvolver um produto final no encerramento do curso.

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“Todo o curso tem um tempo de maturação tanto para quem o ministra quanto para os estudantes. A procura enorme este ano reflete este momento, para os educadores e a comunidade escolar”, acredita Alexandre Sayad.

Open City e Idade Mídia abrem inscrições

Os cursos Open City e Idade Mídia abrem inscrições nesta semana para alunos da 1.a e 2.a séries, respectivamente. Ambos certificam os alunos com diplomas após a conclusão e tem vagas limitadas.

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Alunos do Open City visitam o Facebook

OPEN CITY

Para alunos da 1a série do Ensino Médio. Desenvolvido em parceria com o MIT (Massachusetts Institute of Technology), o Open City tem como objetivo criar uma solução para a comunidade.

Promove encontros e visitas a espaços inovadores para inspirar os alunos a produzir um produto final ao término do curso. As aulas acontecerão nas quintas feiras às 14h na sala C4. Inscrições podem ser feitas até o dia 25 de fevereiro no Departamento Cultural.

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Alunos do Idade Mídia visitando a Editora Globo

IDADE MÍDIA

Para alunos da 2a série do Ensino Médio. O Idade Mídia é oferecido aos estudantes de todas as áreas e traz cineastas, jornalistas e outros profissionais de comunicação, com o objetivo de motivar os alunos a criarem um produto de mídia ao final do ano. Os encontros acontecem nas sextas feiras às 13h50 na sala D5. Inscrições vão até o dia 19 de fevereiro no Moodle.

Open City e Idade Mídia lançam plataforma e filme

Os alunos Open City e Idade Mídia reuniram pais, colegas e professores no Ginásio para o lançamento da plataforma de doações “Boomerang” e o filme “Zé Ninguém”, respectivamente.

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A abertura do evento ficou para o mentor dos dois cursos, Alexandre Le Voci Sayad, da professora de História Marina Consolmagno, da educadora Bruna Waitman e de Ricardo Aguirre, coordenador do Departamento Cultural . Sayad enfatizou a importância da “autonomia” dos estudantes nos dois projetos e ressaltou a necessidade de participação ativa deles no processo de criação para que se chegasse ao resultado visto ali.

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Em seguida, os alunos do Open City contaram, em uma apresentação montada por eles, sobre as atividades realizadas ao longo do ano durante o curso que serviram de motivação para o desenvolvimento do projeto final.

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Alexandre e Prof.a Marina

Os estudantes também exibiram um vídeo de apresentação do “Boomerang” e demonstraram como funciona a plataforma: um usuário pode doar para qualquer ONG cadastrada, que por sua vez, é responsável por enviar um vídeo em resposta ao auxílio recebido.

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Depois, foi a vez da turma do Idade Mídia exibir o filme de ficção e roteiro original produzido por eles como resultado final do curso. Intitulado de “Zé Ninguém”, a trama, que se passa entre os anos de 1977 e 2015, se propõe a discutir questões da juventude, como os próprios estudantes disseram após a exibição.

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O grupo, e os atores que participaram do filme, ainda responderam a perguntas da plateia sobre assuntos como a escolha de cenário, o processo de escrita do roteiro, dificuldades das filmagens e desafios da edição do material.

Para assistir ao filme completo clique aqui.
Para conferir a plataforma boomerang acesse clicando aqui.

Idade Mídia e Open City lançam produtos finais

Na sexta feita, dia 4, acontece o lançamento dos produtos finais do Idade Mídia e Open City. Os alunos de cada curso produziram um filme e uma plataforma online de doações, respectivamente.

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A obra produzida pelo Idade Mídia é uma ficção, elaborada desde o roteiro até a última edição pelos próprios alunos intitulada de “Zé Ninguém”. Dos 13 anos em que o curso acontece, esta é a 3.a produção audiovisual como produto final consecutiva dos estudantes do projeto. Para chegar ao resultado, durante o ano todo, os alunos receberam cineastas, conversaram com jornalistas e se reuniram semanalmente para consolidar suas ideias sobre a produção.

Já os alunos do Open City, curso que tem parceria com o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e visa desenvolver habilidades ligadas ao empreendedorismo social, irão apresentar a plataforma “Boomerang”. A proposta é que quem utilize o aplicativo para doar objetos receba um vídeo de quem ganhou a doação e assim, dar um caráter mais humano à ação.

O evento acontecerá no ginásio, às 19h30, e contará com a exposição dos dois projetos, debate com os presentes e coquetel. O convite é aberto a todos, não é preciso a retirada de ingressos.

Open City visita sede do Facebook no Brasil

A sede do Facebook no Brasil foi visitada pelos estudantes da primeira série, participantes do  programa Open City. O curso, que é uma parceria do Band com o MIT (Massachusetts Institute of Technology), tem como objetivo desenvolver habilidades ligadas ao empreendedorismo social na elaboração de projetos que auxiliem a comunidade.

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“O grupo pode observar como funciona uma empresa de tecnologia; isso nos ajudou muito a pensar como construir o nosso projeto”, contou a aluna Isabella Sobrosa. Os estudantes, além de visitar as instalações da empresa, puderam assistir a três palestras preparadas especialmente para o Open City.

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“Lá o grupo pode descobrir que existe muito mais do que imaginava por trás da rede social que conhecem. Alguns colaboradores da empresa contaram sobre projetos em que Facebook leva a plataforma e o conteúdo para desenvolver habilidade importantes em empreendedores em diversas comunidades pelo Brasil”, contou Bruna Waitman, educadora do curso.

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Este ano, o Open City está desenvolvendo uma plataforma que pretende dar um retorno “vivo” a quem doa material para organizações sociais. Os receptores das doações poderão gravar vídeos mostrando como  utilizam as doações no seu dia-a-dia, humanizando o processo de doação. “Conhecemos alguns dos projeto de humanização deles e assim conseguimos ampliar nossas ideias a respeito do nosso próprio projeto”, explicou a aluna Bruna Hallage.

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Quem recebeu os alunos no Facebook  foi a aluna do Band Julia Busch, hoje gerente comercial. “A visita foi importante pra mostrar como os projetos sociais podem mesmo mudar o mundo e como as redes sociais têm influenciados nesses projetos”, concluiu o monitor do departamento Cultural, o aluno Hernane Kremer, que acompanhou a visita do Open City junto com outros profissionais.

Open City visita Red Bull Station

Restaurar um prédio no centro para que vire um pólo de arte e cultura no coração de São Paulo. Foi essa a ideia da marca de energéticos Red Bull ao comprar um edifício da década de 20 situado na Praça da Bandeira, antes ocupado pela companhia de energia Light. O resultado foi o nascimento da Red Bull Station, centro cultural que funciona desde 2013.

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“Enquanto algumas marcas apostam em propagandas na televisão, a Red Bull tem sua comunicação muito baseada na criação de experiências e espaços como este”, explicou a coordenadora de projetos Daniela Szwarc para a turma de alunos do Open City que visitou o prédio nesta quarta-feira (06).

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No Red Bull Station, os estudantes, que têm se inspirado por meio de conversas com diversos empreendedores e criadores, puderam observar a aplicação de conceitos sobre os quais já haviam escutado. Um exemplo é a colaboração. A Red Bull Station, que é completamente gratuita, oferece ateliês para artistas selecionados de diversas áreas desenvolverem as suas obras durante 4 meses. Ao final do período, suas criações compõem uma exposição compartilhada que pode ser visitada durante pouco mais de um mês.

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O espaço conta ainda com estúdios para a gravação de músicas, uma biblioteca que disponibiliza livros doados, um café, uma laje com vista para o Anhangabaú e um auditório onde são exibidos filmes, peças e outros espetáculos. Tudo isso em um ambiente com internet aberta e gratuita para quem quiser usar o espaço para encontros ou reuniões.

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O Open City estimula os alunos a desenvolveram inovações que melhorem suas comunidades. Nesta fase do projetos, eles recebem empreendedores e realizam visitas para a inspiração de um projeto próprio.

Open City recebe “Coletivo Mangiare”

Imagine um jantar com amigos cujos pratos remetem ao tema de um gostoso papo à mesa. Esse é o princípio do Coletivo Mangiare, grupo carioca que organiza jantares temáticos que reúnem bate papo com especialistas e pratos feitos por renomados chefs de cozinha.

photo 1A fundadora do Mangiare, Rachel Corrêa, visitou a turma do Open City deste ano para contar como empreende nesse bem sucedido negócio. “O encontro é a essência do Mangiare. É um momento de respiro e aprendizado”, definiu.

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Os estudantes do Open City estão recebendo convidados cujos projetos estão relacionados ao tema do desperdício. “O Mangiare nasceu do desejo de não se desperdiçar informação e construir aprendizado diante da correria vida. Essa é a relação que procuramos construir para os alunos”, explicou Alexandre Le Voci Sayad, jornalista que coordena o Open City.

Rachel percebeu com o tempo que o princípio do Mangiare está presente em outros países e ampliou a teia de negócios. “Somos representantes do movimento Feast, que começou nos Estados Unidos. Em junho teremos um evento do Feast/Mangiare em terras brasileiras”, comemora.

O Open City estimula os alunos a desenvolveram inovações que melhorem suas comunidades. Nesta fase do projetos, eles recebem empreendedores para a inspiração de um projeto próprio.